
Serra de Peña Sagra
O essencial de Serra de Peña Sagra
- • Cornón de Peña Sagra a 2.047 m, uma das cumes mais altas da Cantábria fora dos Picos
- • Zona ZEPA com águia-real, alimoche, buitre leonado e rebeco cantábrico
- • Rota clássica de 15 km e 1.340 m de desnível desde o porto de Piedrasluengas
- • Tudanca, povoação declarada Bem de Interesse Cultural com casa-museu de Cossío
- • Hayedos de ladeira que no outono se tingem de ocre entre os 800 e os 1.600 metros
Descrição
Informação prática sobre Serra de Peña Sagra
Tudo o que precisas de saber para a tua visita a Serra de Peña Sagra
Como chegar
Como chegar
Desde Santander, a A-67 e a CA-184 levam ao porto de Piedrasluengas em cerca de duas horas. Desde Potes (Liébana), a N-621 e estradas locais conectam com a base sul da serra em 45 minutos. Não há transporte público direto para o porto.
Informação da área
A serra situa-se entre os municípios de Cabezón de Liébana, Polaciones e Tudanca. O porto de Piedrasluengas (1.353 m) é o ponto de acesso principal. Não há centro de visitantes na própria serra; informação turística em Potes.
Geografia
Cordal de 16 km de comprimento na Cordilheira Cantábrica, entre os vales do Nansa, Liébana e Polaciones. Altitudes sustentadas acima dos 1.800 m durante 15 km. Cima máxima: Cornón de Peña Sagra (2.047 m).
Flora e fauna
Rebeco cantábrico e lobo ibérico nas cotas altas. Águia real, alimoche e buitre leonado (zona ZEPA). Truta autóctona e desmán ibérico nos arroyos. Hayedos, robledales e praderas alpinas segundo altitude.
O que fazer em Serra de Peña Sagra
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60

Escalada guiada nos Picos de Europa, Pico Uriellu (Naranjo de Bulnes), Astúrias
Alpinismo
Oviedo, Astúrias
Desde
€ 250,00
O que ver em Serra de Peña Sagra
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Perguntas frequentes sobre Serra de Peña Sagra
Tira as tuas dúvidas sobre Serra de Peña Sagra
Qual é o nível de dificuldade da subida ao Cornón de Peña Sagra?
A rota desde Piedrasluengas até ao Cornón tem 15 km ida e volta com 1.340 m de desnível acumulado, o que a situa em dificuldade alta. São necessárias entre sete e oito horas de marcha, boa forma física e experiência em montanha. O tramo final sobre as praderas alpinas carece de sombra e está exposto ao vento.
É possível ver rebecos durante a rota?
Os rebecos cantábricos são habituais nas praderas acima dos 1.600 metros. São avistados com relativa frequência nas primeiras horas da manhã, quando pastam nos claros entre as peñas. Um par de binóculos de pelo menos 8x42 ajuda a distingui-los à distância sem os perturbar.
Há alternativas mais simples à rota do Cornón?
Sim. As rotas pelo vale do Nansa e os percursos baixos para Tudanca oferecem itinerários de entre 6 e 10 km com desniveis moderados de 300-500 m. O passeio pela povoação de Tudanca, declarada Bem de Interesse Cultural, é adequado para todos os níveis e combina-se bem com uma visita à casa-museu de Cossío.
Que condições meteorológicas se podem esperar no verão?
No verão as temperaturas nas cotas altas oscilam entre 12 e 20 °C, mas as alterações de tempo são frequentes e rápidas. A névoa pode fechar a cume em minutos mesmo em julho. Conviém levar sempre roupa de abrigo impermeável e consultar a previsão antes de iniciar a rota.
Onde alojar-se para fazer a rota ao Cornón?
As opções mais próximas do porto de Piedrasluengas são os alojamentos rurais de Cabezón de Liébana e os núcleos do vale do Nansa. Potes, a 45 minutos em carro, oferece maior variedade de hotéis, pensões e restaurantes. Em Tudanca há casas rurais com encanto que permitem combinar a montanha com o património da povoação.







